MUDAMOS!!!!!

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Depois de um ano e meio tendo o Blogspot como casa chegou a hora do Reviews Quadrinhos crescer!!! O Reviews agora está se mudando pros domínios da Rede Gehspace. Agora a nova url do blog é http://gehspace.com/reviewsquadrinhos. Peço a leitores, amigos e perceiros que atualizem sua lista de favoritos.

A Torre Negra #2

terça-feira, 29 de abril de 2008


torre negra 2

Quando eu li o primeiro número de “A torre negra” eu não consegui fazer um review. Por que? Bem, porque eu fiquei confuso. Os personagens me eram completamente estranhos e novos, diferentemente das HQ´s de Super-Heróis que estou acostumado a ler, diferente até mesmo das com conteúdo mais adulto, como as da Vertigo, Wildstorm, etc.

Depois de ler essa segunda edição, esse estranhamento diminui bastante. Passamos a conhecer melhor os personagens, seus passados e seus objetivos, e isso torna a leitura mais prazerosa. Nesta segunda edição temos uma maior participação do pai de Roland, o que torna mais interessante a trama.

Ao final do primeiro número tive a sensação de que a HQ ia se focar muito em Roland, mas não é bem assim. Os outros personagens, sejam os heróis ou os vilões, tem bastante destaque e profundidade. Os diálogos são ótimos e a maneira que o narrador vai conduzindo a estória é envolvente. Hora ele parece um contador de estórias, ora parece um amigo que está conversando com você numa mesa de bar a respeito de algo que foi á muito tempo esquecido.

A trama é complexa, o que te deixa instigado a ler o próximo número e desvendar mais segredos sobre os personagens, mas ao mesmo tempo pode ter afastado alguns leitores que ficaram um tanto zonzos com a mistura de western com magia e múltiplas terras, a lá Crise nas Infinitas Terras (diabos, essa HQ tinha que fazer parte do UDC, cairia como uma luva!).

Confesso que além do UDC também senti que A Torre Negra teve um pouco de influência do universo de Tolkien. O apêndice no final da edição com “a geografia do mundo médio”, com direito a mapas me remeteu diretamente ao livro do Senhor dos Anéis. Esse apêndice no final me deu a sensação, e deve ter sido essa mesma a intenção, de estar lendo um livro ilustrado.

Aliás, maravilhosamente ilustrado. A arte da dupla Jae Lee e Richard Isanove é incrível, a anatomia dos personagens não sofre do mal das HQ´s de super-heróis DC/Marvel, com personagens não fortes mas “bombados” (vide Ed Benes na LJA). Os efeitos de luz também estão excelentes. Além de um show para os olhos, eles conseguem expressar muito bem o que o roteiro está passando. Enfim, procurei algum defeito na arte, qualquer um mesmo, mas não consegui achar!

dark tower 2

O pai de Roland fazendo o filho se lembrar do seu rosto!


A Torre Negra #2

Diretor critativo e executivo: Stephen King

Argumentista: Robin Furth

Roteirista: Peter David

Arte: Jae Lee e Richard Isanove

Notas

Roteiro: 8,5

Arte: 10

Robocop vs Exterminador do Futuro

quarta-feira, 23 de abril de 2008


Olha, esse trailer é muito bem montado, fiquei pasmo! É tão bom quanto o Batman Dead End, apesar de serem estilos diferentes de montagem. Será que algum dia a gente vai ver algo assim nos cinemas?

Fonte: MdM

Liga da Justiça 65

terça-feira, 22 de abril de 2008


O mistéria da Safira Estrela, parte 1

Essa edição da revista do Lanterna é uma introdução à saga Sinestro Corps, ou fruto de muita preguiça por parte do roteiristas. Conta com apenas 16 páginas e um roteiro bem simples. Não que eu não goste do coisas simples, mas essa ta simples demais.

Pra começar vemos a volta da Safira Estrela, que tinha morrido em Crise Infinita, reforçando a tese de que quem é morto nos quadrinhos sempre aparece. Ela vai a procura do corpo de Carol Danvers porque é a ela que Hal Jordan ama.

Depois de achar Hal conversando com a Vaqueira (que nome tosco) e ter algumas piadinhas que salvam a revista, Safira percebe que Hal não ama mais Carol e possui o corpo da Vaqueira e... e fim! Quando a hq acaba você fica com aquela sensação de "ué, mas já?", mas não é porque foi tão bom que passou rápido, é porque foi curto mesmo!

A arte tem um traço mais alternativo nas mãos de Daniel Acuña. Parece que os personagens foram pintados num quadro. Achei interessante essa arte diferente, mas tem momentos realmente ruins, como no close no rosto de Hal, que fica uma coisa bizarra de tão ruim. Vale lembrar que Daniel Acuña não ilustrou a capa, isso foi trabalho do brasileiro Ivan Reis em parceria com Moose (Alce?) Bauman e Oclair Albert, por isso os estilos tão díspares de ilustrações da capa e da edição em sim. Mas de resto, principalmente os cenários que Acuña desenha, estão bons. É esperar e torcer pra que a próxima edição seja melhor no roteiro e que os deslizes na arte sejam corrigidos.

Lanterna Verde 18

Roteiro de Geoff Johns
Arte de Daniel Acuña

Notas
Roteiro: 7,0
Arte: 7,5

***

O rastro do tornado, epílogo - Lista de presença

Esse número da Liga da Justiça é um dos melhores dos últimos tempos, pelo menos dos últimos 2 anos. Não lia uma história tão envolvente com a liga desde crise de identidade. Mérito do roteirista Brad Meltzer, que não por acaso também escreveu crise de identidade.

Esse número não tem nenhuma luta, perseguição, traição, reviravolta nem nada do tipo. Simplesmente os personagens estão conversando, continuando na escolha dos novos velhos membros da liga. Mas a maneira com que Meltzer faz isso acontecer é incrível! Ele usa uma recurso interessante. Pega um personagem, no caso dessa edição o Raio Negro, e vai usando-o como um igual do leitor. Ao mesmo tempo em que ele apresenta as novas instalações da liga e modos de funcionamento da liga para o personagem é como se o leitor estivesse fazendo uma tour junto com o Superman, Batman e Mulher Maravilha. Metlzer sabe usar como poucos os personagens secundários.

As referências a outras fases da liga estão presentes o tempo todo, a começar pelo ótima capa. Meltzer consegue criar um clima saudosista, mas ao mesmo tempo mostrando os novos rumos que a liga irá traçar. Meltzer consegue criar momentos comoventes, como o convite que Hal e Dinah fazem a Roy (Arsenal) para entrar na liga da justiça, seu pai Ollie explicando a Hal o porque de não ter ido felicitar seu filho pela entrada na liga, e o momento mais alto, a hora da foto da nova liga, com vários quadros atrás dos personagens, mostrando as várias formações que a liga já teve com a a nova formação à frente. E isso com direito a página tripla impressa em papel especial! E ainda há vários ganchos para as próximas tramas da liga inseridas ao longo da edição.

Qualquer elogio a essa edição da Liga é pouco. O primeiro arco de Meltzer na revista da liga, O Rastro do Tornado, já era bom, mas dessa vez ele se superou e jogou as expectativas para seus próximos arcos na estratosfera! Quando comprei essa edição, chiei por causa do preço de r$7,50 diferente dos habituais r$6,90. Quando vi que tinha um "pôster" eu pensei que valia a pena pagar a mais pelo brinde. Mas quando acabei de ler LJA #7 conclui que pagaria 7,50 até mesmo se fosse apenas a revista da Liga, se as outras que compoem o mix (Lanter Verde e LJA Classified 37 e 38)

A arte de Ed Benes é muito boa, porém como eu já disse em reviews anteriores, ele peca ao exagerar demais na musculatura dos personagens. Na capa isso é ainda mais gritante, por ele exagera até Mulher Maravilha, que fica com bíceps enormes e com as coxas da Mulher Samambaia!

Liga da Justiça 7

Roteiros de Brad Meltzer
Desenhos de Ed Benes
Arte final de Sandra Hope e Ed Benes
Cores de Alex Sinclair


Notas
Roteiro: 10
Arte: 9,5

Leia também Review Liga da Justiça 64
CQQ #14 Video Girl Ai

Video Girl Ai

quarta-feira, 16 de abril de 2008


video girl

Trama e personagens


Youta Moteuchi é o personagem principal, famoso entre os amigos pela assombrosa inabilidade em lidar com as mulheres! Ele é apaixonado pela colega Moemi , a qual enxerga Youta apenas como um grande amigo. Por não perceber os reais sentimentos de Youta, Moemi acaba partindo o coração dele, ao confessar que está apaixonada por Takashi, melhor amigo de Youta.


Arrasado, Youta vai curtindo uma fossa, quando enxerga uma locadora muito estranha chamada Gokuraku, a qual nunca tinha reparado antes. De acordo com o proprietário da mesma, a Gokuraku era uma loja especial, que aparecia apenas para as pessoas com o chifre quebrado coração partido (ou em outras palavras, para emos;). Ele entrega uma fita especial a um espantado Youta, que corre para casa, curioso para saber o que havia naquele vídeo pornô.


Ao chegar em casa Youta nota que Ai, a garota que aparece na fita, praticamente conversa com ele! Ela repentinamente sai pela TV e se transforma em uma garota real. Agora Ai tem a missão de fuder arrumar a vida amorosa de Youta. Ela deve ensiná-lo a como conquistar uma garota, dar uns toques, ou seja, ensinar o cara a ser um homem! No entanto Ai tem somente um mês para fazê-lo, e se o vídeo for desligado antes desse prazo, ela desaparecerá. Mesmo que o vídeo não seja desligado, ela sumirá quando a fita acabar, pois ela não é uma pessoa de verdade.

video girl moemi youta

Análise e reflexões

O lado romântico do mangá, infelizmente, não se compara ao lado cômico. Algumas partes mais emotivas são sensacionais e dão aquele nó na garganta, especialmente quando Youta sofre com a dor da rejeição. O grande problema é que, na maior parte do tempo, principalmente na segunda metade da série, Video Girl Ai retrata o amor e o romance de forma extremamente estereotipada: a mulher gentil que fica na cozinha o tempo todo, apenas para agradar ao homem; os encontros forçados e as coincidências, bem no estilão "novela das oito"; as reações exageradas dos personagens, as quais não condizem de forma alguma com os fatos que se desenvolvem na tela. Além disto, o mangá se concentra na luta de Youta para conquistar o coração de Moemi, e é difícil se empolgar com tudo isto, já que ambos definitivamente não combinam como casal romântico.

O que alguns podem não perceber, é como a história reflete, de forma indireta a futilidade com que é tratada a mulher hoje em dia. Uma Video Girl é alguém que não deve se apaixonar, pois caso aconteça, sofrerá certamente. Video Girls desaparecem, têm prazo de vida, o que torna doloroso para Ai Amano, que por defeitos do video-cassete, manifestou sentimentos que não seria normal ter.

Em Video Girl Ai, é mostrado todas as conturbações que o amor pode causar, confusões mentais, suas dependências e sua natureza traiçoeira, mas também sua importância na vida de uma pessoa. Apresenta uma série de sentimentos e situações reais, como por exemplo o vilão principal dizer que o amor é ruim e traiçoeiro. Se formos analisar friamente os seus argumentos, veremos que ele tem até uma boa dose de razão naquilo que diz.

video girl capas

Se trata também de um mangá bem masculino, em que o personagem principal é sempre disputado por várias mulheres.

Video Girl Ai, e sua continuação, Video Girl Len, foram publicadas no Brasil pela editora JBC entre 2001 e 2003, num total de 30 números.


Autor: Masakazu Katsura
Ano da publicação original: 1990-93 (Japão)
Gênero: Comédia, drama e romance (Den´ei Shõjo)

Fonte: Wikipedia (com muitas adaptações)

video girl ai
Leia também CQQ #12 Zatanna




Carnaval dos Quadrinhos das Quartas #14

carnaval
O CQQ dessa semana tem mangás, os quadrinhos japoneses, como tema de sua décima quarta edição! O reviews quadrinhos faz uma postagem sobre o mangá Video Girl Ai. Não deixe de ler o Carnaval dos quadrinhos dessa semana, porque tem muita coisa boa, como sempre! Vejam o que os outros participantes escreveram:

O The Centurions fala sobre Mangás de samurais
O Não diga nada participa com o Lobo Solitário
O Zine Acesso divaga sobre Dragon Ball
O Cibertronn destrincha Full Metal Alchemist
O Blog do Hiroshi vai de Holy Avenger

Nova HQ da Chun-li

terça-feira, 15 de abril de 2008


Circulou pela net esses dias um storyboad de uma HQ do street fighter com a personagem chun-li, que fazia a festa dos gamers mais tarados nos anos 90... e pelo visto ela ainda meche com os sonhos de alguns deles! Confira comigo no replay!

hq street fighter

Universo Marvel 33

quarta-feira, 9 de abril de 2008


universo marvel #33
Fé em monstros, parte 1

Olha, quem lê meu blog a mais tempo sabe que eu sempre detestei as hq´s dos Thunderbolts, por terem uma historinha muito chata, que saia do nada e ia pro lugar nenhum. Mas nesta edição a coisa mudou da água pro vinho! Seria coincidência o fato de Warren Ellis ter assumido os roteiros da HQ? Óbvio que não, mas não é só por iso também.

Além, é claro, dos roteiros do Ellis, que deixaram a coisa toda mais interessante, tem também todo uma trabalho da Marvel pra deixar os buchas do Thunderbolts mais interessantes. Não é a tôa que as histórias deles sempre vinham em último lugar no mix do Universo Marvel. Bem, desta vez veio em primeiro lugar e com a capa do mix! E olha, mereceu... Os Thunderbolts ficaram com um papel secundário durante a Guerra Civil, mas ao que parece no mundo Marvel pós-guerra civil eles tem tudo pra deixarem de ser buchas e serem bem mais interessantes.

Os Thunderbolts, como todos os outros heróis registrados, trabalham pro governo dos EUA. POis bem, os Thunderbolts fazem parte agora da Iniciativa dos 50 estados e em seu grupo foram inseridos vários super-vilões, como o Mercenário e o Venom, para LUTAREM PELA SEGURANÇA DOS EUA e consequentemente do mundo. Eles se regeneraram? Porra nenhuma! Eles vão receber, além de um gordo salário, uma espécie de anistia por todos os crimes que já cometeram. Em outras palavras, vilões tornaram-se super-heróis!

Nessa HQ tem uma das páginas mais genias que eu já li, que resume isso de forma magistral: Uma propaganda de TV com bonecos de ação dos vilões que trabalham com os Thunderbolts (Venom, Suplício, Soprano, Mercenário, entre outros) são retratados como "agentes da liberdade", por assim dizer, lutando contra um terrorista. E adivinhem quem é o terrorista ? O capitão América!!! Sim isso mesmo, o cara que nas HQ´s lutou desde a segunda guerra mundial pela américa virou um terrorista. Numa página só Warren Ellis criou um momento emblemático para a realidade do Universo Marvel e ainda criticou, no plano real (que porra de papo estranho) toda essa mentalidade americana de "guerra contra o terror", "guerra pelo liberdade"! SENSACIONAL!

Eu sei que sempre disse que os Thunderbolts eram uns buchas e que era pra todo mundo passar longe dessa HQ. Pois bem, agora eu falo, LEIAM! Porque está muito bom e promete ficar cada vez mais interessante!

Thunderbolts #110

Roteiros de Warren Ellis
Arte de Mike Deodato
Cores de Rain Bareto

Notas:
Roteiro: 10
Arte: 9,5

PS: Alguém conseguiu achar o Jô Soares e o Tommy Lee Jones nessa edição?!?

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quarteto fantástico 544Reconstrução Capítulo 1: Do ridículo ao Sublime (não necessariamente nessa ordem)

No final do arco anterior, quando Sue e Reed saíram do Quarteto (de novo?!?) e entraram T´challa e Tempestadade para substituí-los, pensei "putz, lá vem mais um arco caça-níquel safado". Bem, não é que, pelo menos por enquanto, eu estava errado.

Ficamos sabendo aqui que Pantera Negra e Ororo entraram no Quarteto por pedido de Reed. Durante a Guerra Civil o clone do Thor, projetado por Reed, destruiu e embaixada de Wakanda (O Pantera e Ororo são os reis de lá) em Nova Iorque, enquanto lutava com Ororo. Reed, que precisava de alguémzeses para subistituir ele e Sue no Quarteto, além de ter um baita de um remorso, juntou o útil ao agradável (além de um pedido de Tony Stark) e convidou-os pro Quarteto enquanto ele e Sue estão em Lua de Mel e a embaixada de Wakanda é reconstruiída. Em outras palavras, ecos da Guerra Civil.

Bem, depois a guerra civil é deixado um pouco de lado e o novo Quarteto se mete em mais uma aventura cósmica com alienígenas. Eles vão falar com O Vigia sobre o desaparecimento de um corpo de um jovem herói que morreu em combate e sumiu de seu túmulo. No meio da confusão e de várias piadinhas (boas) entre Ben e Jhonny, eis que surge... sim, surge... O SURFISTA BRONZEADO! Digo, prateado! Clichê né? Pra ca*alho! Mas até que tá legal. Vamos ver no que vai dar.

Hã, alguém duvida que o Galactus vai aparecer nesse arco?

Quarteto Fantástico 544

Roteiros de Dwayne McDuffie
Arte de Paul Pelletier
Cores de Paul Mounts
Arte-Final de Rick Magyar

Notas:
Roteiro: 8,0
Arte: 8,0

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hulk 103

Planeta Hulk - Lealdade, partes 3 e 4

Não sou muito de acompanhar as histórias do Hulk. Acho o personagem bem chato e conheço pouco da sua cronologia, no máximo eu faço uma lida superficial na HQ do verdão. Mas não é que dessa vez eu gostei!

Atualizando quem está por fora da atual fase do verdão, o Hulk e seu alter ego Bruce Banner (ou seria o contrário?) foram mandados literalmente pro espaço pelos seus mui amigos Tony Stark, Reed Richards e Strange. Bem, como vocês sabem algo da errado, como de costume e Hulk vira gladiador num planeta alienígena (tentem pensar em algo como o Filme O Gladiador).

Bem, resumindo tudo, Hulk passa de Gladiador a rei do Planeta! E não é só isso, o verdão está se sacrificando pra manter a paz no planeta, que vive uma confusão do cacete com guerras entre forças imperialistas contra anti-imperialistas, saakarianos contra insetos (tente pensar no filme Tropas Estelares, só que os insetos em vez de alienígenas, são digamos, estrangeiros no seu planeta). Isso sem falar numa raça muito estranha chamada de espinhos, que parecem uma espécie de vampiros, que precisam matar outros seres para sugar seu sangue.

Bem, o Hulk vai surpreendendo e sendo um grande rei, tendo a admiração e respeito de todas as raças que compõem o planeta e até arranjou uma rainha boazuda! Hulk e Bruce Banner nunca sonharam tão alto! Mas tem gente querendo estragar a vida de realeza do verdão, fazendo-o se lembrar de onde ele veio e o que fizeram com ele...

Palmas para o roteirista Greg Pak, que concerteza está escrevendo um dos melhores arcos que o personagem já teve. E que venha World War Hulk, que parece que vai ser melhor ainda! Não acredito que eu estou lendo Hulk, putz...

Hulk #102 e #103

Roteiros de Grek Pak
Desenhos de Aaron Lopresti
Arte-final de Sandu Florea
Cores de Chris Sotomayor

Notas:
Roteiro: 9,5
Arte: 9,5

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Resumindo

Universo Marvel 33 é uma das melhores revistas da Marvel desse mês e se continuar assim tem tudo pra se consolidar como o melhor mix da editora no Brasil, ao menos enquanto durarem os atuais arcos.

Leia também:
A morte do Capitão América
Quarteto Fantástico 543

Força Maurício!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Força Maurício! Que você possa re recuperar desse trauma rapidamente.

Entendam do que eu estou falando clicando no link abaixo.

noticias.terra.com.br/

A morte do Capitão América

sábado, 5 de abril de 2008


capitão américa #25
Capitão América #25 - A morte de um sonho parte 1

A morte de Steve Rogers, o Capitão América, é uma das consequências e provas de que a Guerra Civil mudou radicalmente, e quem sabe definitivamente, o universo Marvel.

O Capitão poderia não ser um dos personagens mais populares da Marvel, ficando atrás de homem-aranha, hulk e homem de ferro, mas concerteza era (e é) o mais emblemático, um ícone. Seus críticos (os de carne e osso ;) dizem que ele é um ícone do imperialismo americano. Não poderiam estar mais errados.

O Capitão América é um símbolo do que não só a américa tem de melhor a oferecer, mas sim a humanidade. Ele lutava por algo mais do que simplesmente a pátria, ele lutava porque acreditava que dessa maneira ajudaria a construir um mundo melhor.

Exemplo disso foi sua atuação na guerra civil. Rogers contrariou seu próprio governo por achar que ele estava muito errado com ao aprovar a lei de registros. Organizou e liderou outros heróis renegados, que sem ele provavelmente estariam batendo cabeça sem saber o que fazer. Juntos eles lutaram e quase ganharam a batalha, mas a guerra eles estavam longe de ganhar, e foi isso que o Capitão percebeu.

capitão américa morte

Ao continuar com as batalhas contra as forças do governo, Steve colocava a vida de inocentes em perigo (tendo matado vários durante as lutas) além de muita destruição. Além disso, colocava toda a reputação dos super-heróis, com anos de contribuições para a América e para o mundo, em cheque. Ele percebeu que estavam lutando de uma forma egoísta. Talvez pela primeira vez pensaram somente neles e não nos outros, como desde o início das histórias de supers eles sempre fizeram. O Capitão percebeu isso, viu que estava fazendo algo que sempre condenou e se entregou. O governo americano, na ânsia de mostrar resultados à mídia/população, trata o Capitão como um prêmio, um grande inimigo que finalmente foi preso, esquecendo toda a vida que ele dedicou ajudando aquele país e o mundo.

O Capitão na merecia um final assim. Sua morte simboliza o começo de tempos sombrios para o universo marvel, onde vilões andam do lado da lei e heróis são caçados por seus pares.

Capitão América #25 ( Os novos Vingadores #49)

Roteiro de Ed Brubaker
Arte de Steve Epting
Cores de Frank D´armata

Notas:
Roteiro: 9,0
Arte: 9,5

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R.I.P

1917-2008

Farrazine #4

quinta-feira, 3 de abril de 2008


farrazine

O Farrazine é uma revista virtual feita por membros do F.A.R.R.A (Fórum de Agrupamento dos Revolucionários da Rapadura Açucarada). Ela contém várias matérias sobre videogames, HQ´s, RPG, cinema, música, seriados e outras coisas legais. A revista é toda escrita com bom humor, mas as vezes a vontade é ficar engraçadinha é tanta que chega a ficar sem graça, com a piada forçada, mas isso é apenas as vezes, e afinal, nada é perfeito.

Mas o motivo de eu estar divulgando em especial a quarta edição do FarraZine foi a excelente idéia que os membros do FARRA tiveram. Eles homenagearam, na mesma edição, Ziraldo e Bill Waterson, criadores do Menino Maluquinho e da dupla Calvin e Haroldo, respectivamente. Porém o mais interessante da homenagem foi o formato. Eles fugiram daquela coisa típica de escrever a biografia dos autores e criaram uma história em quadrinhos onde o Menino Maluquinho encontra com Calvin e Haroldo!

Esse provavelmente é um encontro que poucos leitores pensariam, porém a hq flui de uma maneira surpreendente, como seu o Menino Maluquinho, Calvin e Haroldo fossem amigos de longa data! Uma homenagem simples, bela e justa! Nota 10 para a iniciativa!

Tem também a HQ do Jerusalem Jones. Foi a primeira webcomic do personagem que eu li e confesso que não entendi muito bem a hq, além do fato de eu ter entendido que o Jerusalem é um cowboy modafucker. Mas o que me chamou a atenção é que o autor usou uma música da banda nacional mais fuderosa que existe, o Matanza, pra narrar essa edição. Pra quem conhece as letras do Matanza, sabe que a música usada (Santanico) caiu como uma luva!

Leia também: Eu li: Farrazine #1 no Blog do Hiroshi
Baixe a revista clicando aqui

Leia sobre Calvin e Haroldo no CQQ #8

Carnaval dos Quadrinhos #13

quarta-feira, 2 de abril de 2008



Eis que o CQQ pariu sua décima terceira edição. Por falta de tempo e preguiça e não participarei dessa edição (nada como a sinceridade, não é mesmo?), mas nem por isso deixaria de recomendar as matérias que meus colegas de CQQ prepararam! Leiam porque tem coisa boa! Ah, e essa edição está hospedade no rabisco!

"Sorte ou azar? O Carnaval de Quadrinhos das Quartas chega a sua décima terceira edição e o tema não poderia ser outro. Quais os personagens mais azarados das histórias em quandrinhos? Quais aqueles que melhor usam o fator sorte a seu favor?"

Mortadelo & Salaminho - Quadrideko
Gata Negra - The Centurions
Azar ou sorte - Toca do Calango
Ruínas (Marvel) - O Busilis
Sortudos são mutantes - Blog do Hiroshi

 
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