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Max Payne

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Crítica Max Payne

max payne movie

O filme Max Payne é uma adaptação o jogo do mesmo nome, que fez um considerável sucesso no mundo dos games. Nunca joguei, mas cheguei a ver algumas fotos e a partir delas pensei que o filme de Max payne fosse uma mistura de O Justiceiro com Matrix. Ou seja, uma estória de vingança de um policial que teve sua família assassinada por bandidos, com bastante bullet-time e cenas de ação exageradas mais divertidas, e um roteiro minimamente razoável. Mas infelizmente não foi o que aconteceu.


Na verdade até que Max Payne lembra a estória de Frank Castle, o homem por trás da roupa do Justiceiro. Um policial que tem sua família assassinada, etc etc, e quer vingança a todo custo. Mas as coincidências param por aí. O enredo de Max Payne é uma mistura de drama, ação, investigação policial, tráfico de drogas, uma cruel empresa bélica e elementos sobrenaturais.


Não que eu não goste de enredos bem viajados e misturados, mas essa mistura definitivamente não deu certo. Foi muito pretensiosa. O enrendo vai colocando várias perguntas na sua cabeça, te deixando cheio de expectativa para um bom desfecho, onde se entende todas as pontas da trama, mas no final da aquela sensação de "ah, já acabou?". Criaram mais perguntas do que se podia responder e o filme ficou com explicações bem xulés para os próprios suspenses que cria. Afinal, o que diabos são as tais Valkiries, que levam as almas daqueles que morrem em combate para o céu? São alucinações criadas pela droga ou existem de verdade, já que matam pessoas e destroem paredes de prédios?


E que enrolação foi aquela que inventaram pra matar a esposa do personagem principal, Max Payne? Um motivo tão simplista (descobriu sem querer projetos secretos de gente graúda dentro da empresa que trabalhava) que chega a ser sem graça e confuso ao mesmo tempo, dado o tamanho clima de suspense que o filme cria, mesclando projetos secretos para criar super-soldados com elementos sobrenaturais. A impressão é que a direção do filme não sabia pra onde levar a estória e ficou essa bagunça.


As cenas de ação, que deveriam ser um ponto forte do filme, não são lá grande coisa. Coincidentemente ou não, a melhor cena de luta do filme é justamente na qual o protagonista mais apanha, acabando por parar no hospital. Fora essa, há uma outra cena legal, que é quando Max Payne se droga e sai que nem um louco pra cima de vários seguranças num estacionamento. De resto são cenas que não comprometem mas não fazem o filme brilhar. Minto, a cena em close em que Max Payne está quase que literalmente com o "demo" no corpo chega a ser constrangedora.

Max Payne não é um filme que vai te fazer querer ir embora do cinema, mas provavelmente vai te fazer pensar se não poderia ter gastado seu dinheiro de entrada com um outro filme melhor.



Nota 6,0

Turma da Mônica Jovem #3

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Turma da Mônica Jovem #3

Terceira parte do Arco "As 4 dimensões mágicas".

O segundo número de Turma da Mônica Jovem foi tão engraçado que eu esperava na terceira parte uma pequena queda de qualidade. Mas a terceira edição não só manteve a qualidade como ainda melhorou!

A melhora se refere a uma coisa que eu critiquei nos reviews anteriores: A maneira de falar dos personagens em certas ocasiões. Há um excesso de otimismo e empolgação em certos diálogos, provavelmente influência do "miguxês" dos nossos pré-adolescentes perdidos de hoje em dia...

Mas parece até os roteiristas leram minhas críticas e esses tipos de falas diminuíram bastante. Talvez seja muita exigência minha querer que esses diálogos sumam de uma revista com público alvo entre 10-14 anos, mas se pelo menos manterem nesse patamar já está ótimo.

Nessa edição, a exemplo da segunda, a várias referências a elementos nerds. Olhando atentamente você encontra referências a Star Wars (o povo do planeta Tomba são muito parecidos com os Tusken Raiders que também vivem em um deserto), a armadura do Cebolinha (ops, desculpe Cebola, foi mal!) lembra o Mega Man, os robôs gigantes lembram seriados live-action japoneses como Jaspion e Changeman, o mestre Caolho parece uma mistura de Mestre Kame (Dragon Ball) com Senhor Miyagi de Karatê Kid. Isso sem falar na clara referência ao Quarteto Fantástico no fim da edição. Ah, isso sem falar na piada engraçadíssima que fizeram com o Orkut, que de projeto de conclusão de curso de um nerd virou o site mais acessado por patricinhas e playboys brasileiros.

A terceira edição de Turma da Mônica jovem mostra que a equipe criativa da revista está ligada no que acontece nos universos "teen" e nerd e sabe misturar esses elementos pra criar uma estória muito boa. O futuro da Turma da Mônica está em ótimas mãos!

Nota 9,5

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Quero agradecer a minha namorada linda e maravilhosa que me empresta as revistas da turma pra eu ler! :*

Meu deus, ela me empresta as revistas e eu as leio sem pagar nada por isso. Estaria ela fazendo pirataria?!?

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Leia também

Turma da Mônica Jovem #1

Turma da Mônica Jovem #2

Mais uma foto do filme de Dragon Ball

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Quem acompanha as notícias sobre o filme que vai adaptar o mangá e anime Dragon Ball pro cinema já se acostumou a ver os absurdos que a produção do filme faz com o roteiro e com o visual dos personagens. Mas nem o mais apocalíptico e discrente fã do seriado poderia imaginar que conseguiriam produzir tamanha façanha que se vê logo abaixo.

oozaru dragon ball o filme

Essa porra coisa aí em cima não é um novo mutante do filme do Wolverine, tampouco é um filhote de pombo. Essa coisa aí é a versão Oozaru do Goku!

Mas o que é Oozaru?

Oozaru é a versão macaco gigante dos Saiadins.Então! Compare com a foto a baixo e diga aí nos comentários o que você achou da versão live action. Ta igualzinho né!

Assim de longe, até que lembra um macaco... um macaco espacial albino que ganhou poderes especiais de cabelo eternamente com gel ao ser picado por uma mosca tsé-tsé radioativa

oozaru dragon ball o filme
Ah, não se esqueçam de votar na enquete do Reviews Quadrinhos sobre o que você achou do visual do Goku. É logo ali o ----->

Fanboys

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Em vez de fazer uma paródia porca de filmes de super-heróis, vide "superhero movie" e outros do gênero, porque não fazer uma comédia com aqueles que realmente nos fazem rir: Os Fanboys! Ou em outras palavras, nós mesmos!

Mas o que é um fanboy?

Fanboy é um fã radical, e pelo menos aqui no Brasil o termo é quase sempre associado aos fãs de algum elemento da cultura "nerd" ou do entretenimento. Fãs radicais de personagens de quadrinhos, de Star Wars (que sinceramente, nem acho que mereça tanta puxação de saco), de videogames e de tudo mais que você puder imaginar. Eles defendem ardorosamente seu objeto de babação de ovo, com qualquer argumento, seja bom ou ruim, porque pra eles não importa: O que eles gostam é o melhor e ponto final. Graças as fanboys podemos explicar, por exemplo, a absurda vitória do Wolverine sobre o Lobo nos Cross-overs Marvel vs DC. Poooorrraaa, LOBO IS GOD!

Mas só os "nerds" são fanboys?

Claro que não pequeno gafanhoto! Sabe aquela garota retardada que você conhece, que acabou de tatuar o nome do namorado com o qual está junto a 3 meses, porque ela "tem certeza" de que ele é o homem da vida dela, mas que um mês depois eles terminaram e agora ela tá com aquela cara de bunda tendo que economizar cada centavo que ganha pra pagar uma cirurgia pra retirar a tatuagem? Então, ela também é uma fanboy, e da pior espécie!

Dimensão DC: Lanterna Verde #2

terça-feira, 4 de novembro de 2008


Dimensão DC: Lanterna Verde #2

Mix composto por:

Green Lantern # 22 e 23

Roteiro: Geoff Jhons
Desenhos: Ivan Reis

Green Lantern Corps # 15 e 16

Roteiro: Dave Gibbons
Desenhos: Patrick Gleason & Angel Unzueta

Vou ter que me repetir nesse review. Dimensão DC é o melhor mix da Panini atualmente, o fato de poder acompanhar A Guerra dos Anéis sem ter que comprar outros mixes pra ler uma estória é ótimo e o trabalho feito pelas equipes de Green Lantern, Green Lantern Corps e Sinestro Corps Special é excelente.

Falando em Sinestro Corps, ela não da as caras nesta edição. Provavelmente está seguindo a ordem americana, que é diferente daqui, já que lá não existem as revistas mix e a distribuição é melhor que aqui no Brasil.

Mas a qualidade não caiu, pelo contrário, subiu. A guerra dos Anéis explode de vez, fazendo com que os Guardiões de OA tomem medidas drásticas que podem mudar a tropa dos lanternas verdes para sempre. Há uma grande reviravolta e os locais de combate mudam, pegando a tropa de surpresa.

Um ponto que me chamou a atenção foi a quantidade de mutilações na revista. Não me lembro de ter lido recentemente uma revista de super-heróis tão sangrenta como essa, nem mesmo a mini "O Ataque das Amazonas". Ainda bem que os editores deixaram o pudor de lado: Afinal, numa guerra entre as duas tropas mais numerosas e poderosas da galáxia, não poderia ser diferente.

Nota 10

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Leia também:

Dimensão DC: Lanterna Verde #1

O Ataque das Amazonas #1, #2 e #3

Liga da Justiça

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Dedico esse post ao parceiro Hiroshi do Blog do Hiroshi, grande fã dos Lanternas Verdes

 
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